Enfim, a ópera começara, Josefine passara o dia produzindo-se para sair com Paulo. O evento pouco importava, ela queria ficar junto dele, no entanto, ele a tratava com pouca pompa e diversas vezes fora rude com a apaixonada Josefine.
As vozes da ópera faziam os pelos dos braços eriçarem-se tamanha era a emoção que passava. Paulo olhava desinteressado a apresentação, apoiava a cabeça em uma das mãos e ela o observava com seus lindo olhos azuis e brilhantes, estava vidrada por aquele homem que só a desprezava.
Na metade da apresentação quando a história da ópera encontrava seu ápice, ele pega a pequenina mão da ingênua Josefine e lhe chama para conhecer um lugar mais espetacular que aquele salão do Teatro Municipal. Ela ficou eufórica e prontamente aceitou o convite.
Conforme andavam pelos corredores ainda podiam ouvir as poderosas vozes da ópera, cruzaram muitos corredores e enfim entraram na grande sala oval de espelhos, onde a música parecia entrar sem nenhuma barreira, tornando o ambiente ainda mais majestoso e misterioso.
Paulo trancou a porta da tal sala e logo começou a perguntar a jovem coisas estranhas, como: “Seu pai é muito rico, não é mesmo?”, “Essas jóias que está usando são o maior patrimônio de sua família, não são?”.
Josefine começou a achar aquelas perguntas estranhas e o questionou querendo saber onde ele queria chegar. Ele disse que não doeria muito, seria rápido. Mando Josefine tirar todas sua jóias, ela tentando proteger a história e patrimônio de sua família disse que as não entregaria e correu para porta que estava trancada.
No declínio da ópera, quando as vozes se calam e a música orquestrada toma conta de todos os ambientes, Paulo cita seu autor preferido e diz: “E agora, eu e você.” Sacou o punhal na sala de espelhos e Josefine que ainda tentava destrancar a porta viu mil punhais vindo em sua direção. Enquanto Paulo tomava força para crava-lo em seu peito, uma voz lamuriosas da ópera coincide com o grito de desespero de Josefine que morre velada por mil imagens dela mesma.
As vozes da ópera faziam os pelos dos braços eriçarem-se tamanha era a emoção que passava. Paulo olhava desinteressado a apresentação, apoiava a cabeça em uma das mãos e ela o observava com seus lindo olhos azuis e brilhantes, estava vidrada por aquele homem que só a desprezava.
Na metade da apresentação quando a história da ópera encontrava seu ápice, ele pega a pequenina mão da ingênua Josefine e lhe chama para conhecer um lugar mais espetacular que aquele salão do Teatro Municipal. Ela ficou eufórica e prontamente aceitou o convite.
Conforme andavam pelos corredores ainda podiam ouvir as poderosas vozes da ópera, cruzaram muitos corredores e enfim entraram na grande sala oval de espelhos, onde a música parecia entrar sem nenhuma barreira, tornando o ambiente ainda mais majestoso e misterioso.
Paulo trancou a porta da tal sala e logo começou a perguntar a jovem coisas estranhas, como: “Seu pai é muito rico, não é mesmo?”, “Essas jóias que está usando são o maior patrimônio de sua família, não são?”.
Josefine começou a achar aquelas perguntas estranhas e o questionou querendo saber onde ele queria chegar. Ele disse que não doeria muito, seria rápido. Mando Josefine tirar todas sua jóias, ela tentando proteger a história e patrimônio de sua família disse que as não entregaria e correu para porta que estava trancada.
No declínio da ópera, quando as vozes se calam e a música orquestrada toma conta de todos os ambientes, Paulo cita seu autor preferido e diz: “E agora, eu e você.” Sacou o punhal na sala de espelhos e Josefine que ainda tentava destrancar a porta viu mil punhais vindo em sua direção. Enquanto Paulo tomava força para crava-lo em seu peito, uma voz lamuriosas da ópera coincide com o grito de desespero de Josefine que morre velada por mil imagens dela mesma.



