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domingo, 14 de junho de 2009

Mil imagens

Enfim, a ópera começara, Josefine passara o dia produzindo-se para sair com Paulo. O evento pouco importava, ela queria ficar junto dele, no entanto, ele a tratava com pouca pompa e diversas vezes fora rude com a apaixonada Josefine.
As vozes da ópera faziam os pelos dos braços eriçarem-se tamanha era a emoção que passava. Paulo olhava desinteressado a apresentação, apoiava a cabeça em uma das mãos e ela o observava com seus lindo olhos azuis e brilhantes, estava vidrada por aquele homem que só a desprezava.
Na metade da apresentação quando a história da ópera encontrava seu ápice, ele pega a pequenina mão da ingênua Josefine e lhe chama para conhecer um lugar mais espetacular que aquele salão do Teatro Municipal. Ela ficou eufórica e prontamente aceitou o convite.
Conforme andavam pelos corredores ainda podiam ouvir as poderosas vozes da ópera, cruzaram muitos corredores e enfim entraram na grande sala oval de espelhos, onde a música parecia entrar sem nenhuma barreira, tornando o ambiente ainda mais majestoso e misterioso.
Paulo trancou a porta da tal sala e logo começou a perguntar a jovem coisas estranhas, como: “Seu pai é muito rico, não é mesmo?”, “Essas jóias que está usando são o maior patrimônio de sua família, não são?”.
Josefine começou a achar aquelas perguntas estranhas e o questionou querendo saber onde ele queria chegar. Ele disse que não doeria muito, seria rápido. Mando Josefine tirar todas sua jóias, ela tentando proteger a história e patrimônio de sua família disse que as não entregaria e correu para porta que estava trancada.
No declínio da ópera, quando as vozes se calam e a música orquestrada toma conta de todos os ambientes, Paulo cita seu autor preferido e diz: “E agora, eu e você.” Sacou o punhal na sala de espelhos e Josefine que ainda tentava destrancar a porta viu mil punhais vindo em sua direção. Enquanto Paulo tomava força para crava-lo em seu peito, uma voz lamuriosas da ópera coincide com o grito de desespero de Josefine que morre velada por mil imagens dela mesma.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

As aparências enganam

Amato foi empresário que por muitos anos dedicou sua vida ao trabalho, agora com 35 anos decidiu que não queria mais esse tipo de vida, aproveito-se dos bens herdados de sua tia Rubi e mudou de ares, de cidade e de casa. Largou tudo e foi com uma única mochila para o meio da mata onde ela morava. De carona foi até a cidade da falecida, mas a partir de um ponto, o caminho deveria ser seguido a pé.
Foi no coração da mata, onde a luz vazava pelo emaranhado de folhas das imensas copas das velhas árvores nascidas há mais de um século, que Amato parou para descansar ofegante após horas de caminhada em direção a velha casa.
Àquela hora, a mata tinha um clima protetor e acolhedor e Amato observava o lugar admirado, provavelmente, ali haviam acontecido batalhas, muitas vidas passaram por aquele local.
Acelerou o passo para então chegar ao seu novo lar, antes que ficasse escuro. Depois de mais algum tempo, avistou uma pequena clareia e, finalmente, chegou à sua nova residência, a casa que se parecia com uma cabana de caça e estava às traças e o mato crescia em volta dela. Decepcionado por não ser bem o que esperava, foi conhecer a parte interna, subiu os primeiros degraus da varanda e estes gemeram de forma triste.
Olhou para trás e continuou em direção a porta, a abriu e, então, viu que o velho ditado era real: as aparências enganam. O lugar era perfeito, a mobília antiga combinava com a cor suave das paredes. Ele ficou maravilhado, andou pela casa toda e viu seu novo quarto e começou a tirar as poucas roupas que trazia em sua mochila, organizou-as no armário e jogou-se na cama, estava cansaço, caminhara por muito tempo. Adormeceu.
Horas se passaram e Amato só despertou quando ouviu um choro desesperado vindo do lado de fora da casa. Sentou-se na cama assustado, ele que não era homem de deixar o medo inundar seu corpo, hesitou a sair e ver o que acontecia. A cada minuto que se passava aquele som sofrido de alguém chorando se aproximava misturando-se com o batimento descompassado do coração dele.
Com a respiração ofegante, mas munido de toda a pouca coragem que ainda lhe sobrava, levantou-se e foi até a porta da frente, ainda descalço, saiu na velha varanda que rangeu, tornando tudo mais assustador. A pouca luz da casa e a lua eram insuficientes para iluminar qualquer coisa. Por prevenção trouxe na mochila uma lanterna, pegou-a e caminhou mata a dentro seguindo o som agonizante. A cada passo o barulho tornava-se mais forte, podia ter certeza que era uma mulher que estava chorando. Enfim, encontrou-a, estava encolhida no chão, mas não havia ninguém e nenhum animal ameaçando-a.
A moça o notara há muito tempo, mas continuava ali como se não o tivesse visto, chorava com muito lamento, Amato a chamou e perguntou se estava ferida, depois perguntou se ela tinha onde passar a noite, ela respondeu todas as perguntas com não. Então, ele a convidou para passar a noite em sua nova casa. Em um tom desafiador e cheia de lágrimas nos olhos, ela disse que se ele conseguisse tira-la de lá, faria qualquer coisa para agradecê-lo.
Amato deu alguns passos, pegou a moça pelos braços e quando ia puxá-la, levou uma flechada de raspão no ombro esquerdo. Assustado, ele se agachou e perguntou o que estava acontecendo, a resposta veio em idioma desconhecido, um velho trajando roupas rústicas e um arco na mão, falou algo que ele não entendera. A moça em rios de lágrimas traduziu a frase: Angelina é minha presa.
O velho agora a arrastava para oeste e, ela gritava, implorando que ele a salvasse, pois ele a mataria e a daria como oferenda aos deuses.
Tentando não parecer um covarde, arrumou a postura e fez a cara mais agressiva que conseguiu e disse para ele deixar a moça ir embora. Ela traduziu a frase para aquele idioma esquisito, ele não parou, continuou andando. Amato começou segui-los cautelosamente, espera por uma única oportunidade, que não chegou. Pouco tempo depois, avistou luz e algo com uma pequena cidade, as pessoas pareciam esperar pelo homem velho com a moça, todos seguravam facas, facões e ganchos nas mãos.
O velho jogou a moça no chão perto daquelas outras pessoas, deu alguns passos para trás, pegou uma flecha colocou a no arco e quando apontava para matá-la, Amato correu gritando e colocou-se a frente da moça para salvá-la, ele que fora um homem cauteloso, agora, fez uma coisa estúpida.
Angelina agora ria alto, levantou-se lentamente e ficou a lado do velho com arco. Disse para Amato era acusado de matar a feiticeira e curandeira Rubi, a qual eles a protegiam com todo o cuidado e acrescentou que a punição para o crime era a morte. Ele não teve chance de defender, fora degolado. Morreu de estupidez.
Tema de redação proposto pela Professora Ana Maria Dantas Cunha de Oliveira na aula de Leitura e Produção de Textos da Faculdade de Letras - PUC- Campinas.
Passeio na Mata.
Caracterização do espaço e do personagem.
Uso de duas metáforas.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O Pesadelo de Houasiss

Foi na cidade Nopale que Olívia nasceu e viveu até seus últimos dias. Quando criança perdeu seus pais em um terrível acidente de carro, desde então vive com seu único parente vivo, o tio Vladir, um homem rabugento e sem paciência com criança. Olívia tinha apenas 6 anos quando aprendeu a ler, sempre ouvia as histórias de Dinha, a cozinheira da grande mansão do tio e, seu interesse pela leitura havia se tornado uma questão de necessidade, já que não tinha com quem brincar naquele grande e distante mausoléu. A partir desta idade, a menina já não estava mais sozinha, na casa havia estantes abarrotadas de livros, só não podia pegar nenhum livro da biblioteca do tio que ficava trancada, ele carregava a chave no pescoço para que nem mesmo a faxineira entrasse, ele se encarregava da limpeza daquele lugar tão secreto.
Quando completou 9 anos, a criança já tinha lido boa parte dos livros da casa e tinha muita vontade de entrar na biblioteca secreta do tio, cada dia que se passava Olívia ficava mais intrigada e começava a questionar os empregados da casa querendo saber o porquê daquela porta ficar trancada e ninguém ter a chave. Certo dia, antes do jantar como era de costume, tio Vladir entrou na biblioteca e se trancou, a menina colou seu ouvido na porta para tentar ouvir algum barulho, tentou olhar pelo buraco da fechadura, mas não pode ver nada. Com a cabeça encostada na porta, procurava algum som, só ouviu o folhear de páginas.
Certa madrugada, a menina levantou, colocou seus chinelinhos e a blusa de frio que lhe servia de vestido, com uma pequena lanterna nas mãos, deixou o quarto andando nas pontas dos pés, foi até o quarto do tio, torcendo para que ele não houvesse trancado a porta. Bem lentamente forçou a maçaneta e empurrou a porta, que abriu com facilidade. Ao entrar no quarto assustou-se, viu o tio sentado em uma mesa, apoiava a cabeça na parede e dormia profundamente, foi uma grande sorte para Olívia, assim poderia pegar a chave com mais facilidade. Pegou o banquinho baixo que era usado para pegar livros das últimas prateleiras, subiu e sem respirar, pegou a chave do tio e lentamente foi subindo a corrente onde ficava a chave até que passou pelos últimos fios de cabelo de Vladir.
Conseguiu pegar a chave e orgulhou-se de ser tão cuidadosa, saiu do quarto, fechou a porta e correu sem fazer muito barulho até a porta da biblioteca. Pegou a chave, a colocou na fechadura e cuidadosamente a girou. Depois do habitual cléc, a porta se abriu e rapidamente Olívia entrou e se fechou na biblioteca secreta do tio.
A biblioteca estava muito escura, quando acendeu sua pequena lanterna, a luz inundou o ambiente, dando um ar confortável ao local. Olhou ao redor, mas não viu nada demais, apenas livros, uma mesa bagunçada, nada de estranho. Mas, algo lhe chamou a atenção, uma mesa bem no centro da biblioteca apoiava um livro antigo aberto. Aproximou-se, viu que o livro parecia um dicionário, segurou as páginas com uma das mãos e com a outra virou para ler o nome na capa. Leu Dicionário de Houasiss, devia ser um livro muito importante ou raro para estar naquele lugar de destaque, ao abaixar para ler as primeiras palavras notou que o livro estava todo empoeirado, abandonado. Pensou: se era um livro importante ou raro por que estava abandonado.
Deu de ombros, girou nos calcanhares e já ia embora, quando ouviu o vento virar as páginas do dicionário, rapidamente, Olívia virou-se e aproximou-se novamente daquela mesa, pensou que houvesse alguma janela aberta, mas olhou para todas as cinco janelas da biblioteca e estavam fechadas. Sem entender virou-se novamente para ir embora e mais uma vez ouviu as páginas do dicionário voarem. Desta vez, focou a lanterna e abaixou-se para ler a primeira palavra da página, viu seu nome no topo da página, depois disso viu as páginas se virarem e leu um “oi”. A menina achava que agora era um bom momento para ir para cama dormir, só podia estar delirando de cansaço.
Olhou mais uma vez para o dicionário esquisito, que virando suas páginas escolheu a palavra “ficar”. Agora, Olívia tinha certeza que havia pirado. Decidida que estava sonhando, tomou coragem e perguntou se ele entendia o que ela dizia e este virou suas páginas até a letra S e a menina leu “sim”.
Seus olhos arregalaram-se, estava entusiasmada, mas ao mesmo tempo assustada com tudo aquilo, decidiu que faria outra pergunta ao dicionário antes de acreditar que tinha encontrado algo incrível. Perguntou se ela estava sonhando. As folhas do dicionário voltaram e leu “não”.
Olívia estava eufórica queria ficar mais, mas ouviu o rangido do velho piso de madeira como era de costume quando alguém ia para área dos quartos. Decidiu que voltaria amanhã para conversar com aquele simpático dicionário, correu para porta e enquanto a trancava ouviu o solitário amigo movimentar suas páginas e foi devolver a chave do tio.
Chegou ao quarto do tio que continuava na mesma posição, com todo cuidado do mundo devolveu a chave ao pescoço dele e saiu nas pontas dos pés e sem respirar, fechou a porta. Deitou-se e dormiu.
No dia seguinte, a menina foi ao quarto do tio vasculhar todas as gavetas atrás da cópia da chave da biblioteca, depois de horas a encontrou. Guardou-a no bolsinho de seu vestido e esperou até a noite. Após todos se deitarem, Olívia deixou seu quarto indo em direção a sala secreta.
Quando entrou, o misterioso dicionário mudava suas páginas agitadamente, parecia estar animado com a presença da garota. Só que desta vez, não foi tão cuidadosa, o tio ainda estava acordado e pode ouvi-lo andando pelo corredor, escondeu-se atrás de uma estante empoeirada, quando ouviu a porta do quarto do tio se fechar, pegou o dicionário, o pôs embaixo braço e saiu correndo nas pontas dos pés para seu quarto.
Trancou a porta do quarto, sentou-se na cama e soltou o dicionário, que abriu na letra A de audácia. Depois foi até a letra F de feliz, como se estivesse em um vendaval foi para letra O de obrigado. A menina não entendia a felicidade do dicionário, afinal ele sempre era útil. Decidiu perguntar o motivo de tanta felicidade. Letra O de obsoleto.
A menina leu o significado de obsoleto. Pensou alto: se não era mais usado é porque já foi usado.
O dicionário disse que sim.
– Então quer dizer que as pessoas não estão mais interessadas em saber dos significados das coisas.
Não.
– Mas, eu, às vezes, uso dicionário. Não sou tão sabida como tio Vladir. Será que sou uma das poucas pessoas que ainda usa o dicionário?
Sim.
– Meu Deus! Será que apenas algumas pessoas ainda lêem livros?
Única.
– Pare agora, você só pode esta mentindo para mim, não posso acreditar que só eu leio. Tio Vladir e Dinha lêem sempre.
Não.
– Vou devolveu-lo agora para biblioteca, não posso acreditar nisso.
Não. Poder. Nunca. Ficar. Junto. Sempre.
Pegou dicionário, a chave-reserva e saiu silenciosamente dirigindo-se à biblioteca. Abriu a porta, colocou o livro em cima da mesa central e saiu.
Voltou para seu quarto, fechou a porta e deitou-se. Inconformada com tudo que tinha acontecido, demorou a dormir. Nesta noite, teve sonhos estranhos, pessoas hipnotizadas andando pelas ruas, livros sendo queimados e com o dicionário mentiroso.
Dormiu muito mal, porém estava aliviada daquele pesadelo ter acabado, afinal aquele dicionário estava longe do mundo a muito tempo, não poderia saber de nada, mas quando acordou o dicionário ainda estava lá.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Blogagem Coletiva - Quem foi seu Monteiro Lobato? - A biblioteca

Meus passinhos curtos não acompanhavam os largos passos de mamãe, não tinha pressa, mas andava rápido. A entrada era grandiosa e meus olhinhos não sabiam no que focar, apenas observava o grande ambiente decorado por mesas, estantes e livros. A biblioteca emanava um perfume de livros velhos, o teto alto fazia o som ecoar, tornado aquele ambiente mágico, onde todos falavam em segredo, coisa séria de adulto. Muitas pessoas estavam mergulhadas em livros, às vezes, levantavam os olhos e sorriam pra mim, muitos tinham sorrisos assustadores, outros eram simpáticos. Como podia a biblioteca ser tão encantadora e assustadora?! Mulheres gordas empurravam carrinhos de livros de um lado para o outro, achava que aqueles livros eram perigosos, que não podiam ser lidos e que estavam sendo retirados de lá, para serem colocados em uma sala secreta, onde apenas adultos importantes poderiam ler. Meus tênis, no piso frio e limpo, faziam um nhéc-nhéc e os sapatos de mamãe faziam téc-téc, uma sinfonia que misturadas com as vozes cochichadas se tornava hipnotizante.
Do outro lado da entrada, atrás do balcão escondia-se uma mulher de óculos pesados e uma pinta a cima dos lábios, sorria, mas era aterrorizante, agarrei as pernas de mamãe, tentando me esconder. Mamãe que carregava alguns livros, agora os tinha entregado aquela moça que os colocou em um daqueles carrinhos de livros proibidos. Agora, como em um labirinto, mamãe procura por algo, virava a cabeça pra um lado, para o outro, agachava, ficava nas pontas dos pés até que encontrou, pegou o livro, entregou novamente para moça de óculos do balcão que logo o devolveu e saímos da biblioteca, eu com meus passinhos curtos corridos e mamãe com os largos passos rápidos.
No carro, enquanto voltávamos para casa, aproveitava para ver a capa do livro que mamãe tinha pegado. Não sabia ler, mas vi o desenho de um menino de uma perna só, uma boneca de pano e de uma vovó. Mamãe cantava enquanto dirigia, aproveitei a distração dela para folhear o livro, vi algumas imagens.
Já em casa, após o lanche, como todos os dias, nos deitamos na cama de mamãe com grandes almofadas nas costas e as cortinas abaixadas até a metade da janela. Mamãe pegou aquele livro, olhou pra mim e disse que não era como qualquer outro livro e que eu jamais o esqueceria, quando abriu o livro foi como se a história com todos seus personagens tivessem criado vida em minha vida, ao som da voz de mamãe. Vi cada personagem e todas suas expressões, vivi aquelas histórias por muitos dias, após ouvi-la. Ao fim de um capítulo, perguntei:
— Mãe, o que aconteceu?
— Gostou do livro, filha?! Chama-se O Sítio do Pica-Pau Amarelo e quem escreveu foi Monteiro Lobato.
Sorri.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Blogagem Coletiva - Quem foi seu Monteiro Lobato?


O Blog Fio de Ariadne, da Vanessa, sempre nos surpreende. Hoje, ela lançou a Blogagem Coletiva Quem foi seu Monteiro Lobato? e convoca todos os amigos a participarem, só que esta vem com um incentivo a mais. A JORGE ZAHAR EDITOR propôs ao blog dela uma coletiva em comemoração ao Dia Nacional do Livro que será comemorado dia 18 de abril . E, é claro, ela aceitou e criou a Coletiva! Com isso, a Editora presenteará os autores dos três melhores textos com lançamentos de seu catálogo, que serão entregues no endereço do premiado pela editora. Assim, além de escrever sobre suas lembranças na literatura, o participante concorrerá a um livros.
Esta Blogagem consiste em publicar um texto que lembre o Dia Nacional do Livro infantil, que fale de Monteiro Lobato, figura marcante da literatura brasileira, atuante como escritor, crítico e editor. Mas o principal é que abre um leque de discussões: Como são feitos os leitores? Como eles nascem e como são moldados?
Busca-se a resposta para a seguinte pergunta: Quem foi seu Monteiro Lobato? Houve alguém na sua vida que tenha sido incentivador de seu amor pela leitura? Qual foi o pontapé inicial da sua jornada por este mundo apaixonante que é a literatura?
Participe!!!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Encontros e Desencontros

O Blog Palavrentas e Escrevedores foi criado a 4 meses, por mim e por Ricardo Maciel. A idéia surgiu de um texto que entrelaçamos (confira). Agora, queremos misturar nossas letras com as de vocês. Para participar é muito simples:

- Deixe um comentário dizendo que quer participar;
- Copie e cole o selinho em seu blog;
- Escreva um texto com o tema: Encontros e Desencontros, até o dia 25/04/2009.

O textos serão publicados no blog Palavrentas e Escrevedores.

Aproveite!!!


Beijos